), assim ele escapa de qualquer transform aplicado ao body. */ if (root.parentElement !== document.documentElement) { document.documentElement.appendChild(root); }var header = root.querySelector('.rlz-header');/* Reforco continuo: a cada scroll, garante que o header segue como irmao do body, com posicao e visibilidade corretas via estilo inline com prioridade "important" - isso vence qualquer regra externa de CSS, mesmo outra com !important. */ if (header) { var forceFixed = function () { header.style.setProperty('position', 'fixed', 'important'); header.style.setProperty('top', '0', 'important'); header.style.setProperty('left', '0', 'important'); header.style.setProperty('right', '0', 'important'); header.style.setProperty('width', '100%', 'important'); header.style.setProperty('z-index', '2147483647', 'important'); header.style.setProperty('transform', 'translateZ(0)', 'important'); };var onHeaderScroll = function () { if (window.scrollY > 40) { header.classList.add('rlz-header--scrolled'); } else { header.classList.remove('rlz-header--scrolled'); } }; forceFixed(); onHeaderScroll();/* Throttle via requestAnimationFrame: so alterna a classe visual (sombra) no scroll - NAO reescreve mais position/top/z-index a cada frame. Reescrever esses estilos via JS constantemente pode forcar o navegador a recompor a camada do header repetidamente, competindo com a camada de GPU do carrossel (translate3d) e causando um "pisca" onde o carrossel aparece por cima por um instante. O CSS "position: fixed !important" ja e suficiente e estavel sozinho, sem precisar de reforco constante via JS. */ var scrollTicking = false; window.addEventListener('scroll', function () { if (!scrollTicking) { window.requestAnimationFrame(function () { onHeaderScroll(); scrollTicking = false; }); scrollTicking = true; } }, { passive: true }); }/* Header e fixo e sai do fluxo normal da pagina: sem isso, o conteudo do post (que nao tem hero proprio como as outras paginas) fica escondido embaixo do header. Empurra o para baixo pela altura real do header, recalculando se a tela mudar de tamanho. Tambem grava essa altura numa CSS var global (--rlz-header-h). */ if (header) { var pushContentDown = function () { var h = header.offsetHeight; document.body.style.paddingTop = h + 'px'; document.documentElement.style.setProperty('--rlz-header-h', h + 'px'); }; pushContentDown(); window.addEventListener('resize', pushContentDown); window.addEventListener('load', pushContentDown); if (document.fonts && document.fonts.ready) { document.fonts.ready.then(pushContentDown); } }var burger = root.querySelector('#rlz-burger'), nav = root.querySelector('#rlz-nav'); function closeMenu() { nav.classList.remove('is-open'); burger.classList.remove('is-open'); burger.setAttribute('aria-expanded', 'false'); document.body.style.overflow = ''; nav.querySelectorAll('.rlz-nav__item').forEach(function (it) { it.classList.remove('rlz-sub-open'); }); } if (burger && nav) { burger.addEventListener('click', function () { var open = nav.classList.toggle('is-open'); burger.classList.toggle('is-open', open); burger.setAttribute('aria-expanded', open ? 'true' : 'false'); document.body.style.overflow = open ? 'hidden' : ''; if (!open) { nav.querySelectorAll('.rlz-nav__item').forEach(function (it) { it.classList.remove('rlz-sub-open'); }); } });var navClose = root.querySelector('#rlz-nav-close'); if (navClose) { navClose.addEventListener('click', closeMenu); }nav.querySelectorAll('.rlz-nav__toggle').forEach(function (t) { t.addEventListener('click', function (e) { if (window.matchMedia('(max-width: 980px)').matches) { e.preventDefault(); t.closest('.rlz-nav__item').classList.toggle('rlz-sub-open'); } }); });nav.querySelectorAll('.rlz-nav__link, .rlz-nav__sub a').forEach(function (a) { a.addEventListener('click', closeMenu); }); } })();

Marketing jurídico nas redes sociais: o que pode e o que não pode

Advogado utilizando o celular para acessar informações jurídicas, demonstrando a modernização da prática jurídica com o uso de tecnologias e dispositivos móveis.

As redes sociais se tornaram uma das ferramentas mais poderosas para advogados e escritórios de advocacia se conectarem com clientes em potencial. Por causa das restrições da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), é fundamental saber exatamente o que pode e o que não pode ser feito. Neste post vamos explorar as melhores práticas de redes sociais para advogados, sempre em conformidade com as normas da OAB.

Este conteúdo aprofunda o lado de redes sociais. Para a visão geral da estratégia, veja também nosso post sobre marketing para advogados.

O que pode publicar nas redes sociais?

Apesar das restrições, há diversas estratégias que podem ser realizadas de forma ética e eficaz. Veja algumas das práticas permitidas:

  • Informação e educação: é permitido compartilhar conteúdos educativos sobre temas jurídicos de interesse público, como direitos trabalhistas, previdenciários e civis, sempre com o objetivo de esclarecer o público. Para estruturar esse conteúdo de forma ética, confira nossa página sobre marketing para advogados.
  • Artigos e conteúdo relevante: publicar artigos, vídeos e posts que ajudem o público a entender seus direitos, como “como entrar com pedido de aposentadoria” ou “o que fazer em caso de acidente de trabalho”. Conteúdo de qualidade é uma das formas mais eficazes de construir autoridade. Você pode se aprofundar na produção para redes sociais na nossa página sobre marketing de conteúdo e social media.
  • Depoimentos de clientes (com moderação): você pode publicar depoimentos, mas com cautela. Não pode haver promessa de resultados nem comparação entre advogados. A publicação deve ser discreta, informativa e feita com o consentimento do cliente.
  • Participação em eventos e palestras: participações em eventos ou palestras podem ser divulgadas, desde que sem exageros ou promoção excessiva. Focar na educação e no aprimoramento da prática reforça a credibilidade profissional.

O que não pode publicar nas redes sociais?

Embora a presença nas redes seja permitida, várias práticas devem ser evitadas para não infringir as regras da OAB:

  • Promoção agressiva de serviços: a OAB proíbe publicidade comercial excessiva. Nada de chamadas como “garantia de vitória” ou “consulte-nos e ganhe seu caso”. Promessas de resultado são proibidas.
  • Comparação com outros profissionais: não é permitido comparar seu escritório com outros advogados, seja em qualidade de serviço ou em valores. A publicidade deve ser objetiva, com foco no seu próprio trabalho.
  • Exposição excessiva de casos: a confidencialidade do cliente é princípio fundamental. É proibido divulgar detalhes de casos ou material que identifique clientes sem o devido consentimento, incluindo fotos e vídeos.
  • Termos sensacionalistas: palavras como “garantia”, “sucesso absoluto” ou “sem riscos” são proibidas. A publicidade deve ser sóbria e baseada em informações objetivas.
  • Anúncios comparativos ou competitivos: a OAB não permite promover serviços com base em comparação com outros profissionais, seja em preço ou desempenho. O foco deve ser a qualidade do próprio trabalho.

Como fazer redes sociais para advogados de forma eficaz?

Para uma presença eficaz nas redes sociais, siga boas práticas que aumentam a visibilidade e respeitam as diretrizes da OAB:

  • Crie conteúdo valioso e educativo: foque em material relevante para seus seguidores, como mudanças nas leis, dicas para situações jurídicas comuns e explicações sobre direitos do cidadão. Conteúdo que mostra experiência e competência gera confiança.
  • Construa autoridade: compartilhe insights sobre áreas específicas do direito, ofereça soluções e ajude o público a entender melhor o sistema jurídico. Isso aumenta a sua visibilidade e autoridade.
  • Evite autopromoção excessiva: mostre o que o escritório oferece, mas sem exageros. O equilíbrio entre educação e promoção é essencial para uma estratégia ética.
  • Interaja com o público: responda dúvidas, participe das discussões e mostre que se importa. Isso humaniza o escritório e cria relação de confiança.
  • Mantenha a transparência: seja claro sobre seus serviços e evite criar falsas expectativas. Em vez de prometer resultados, explique como você pode ajudar. Isso aumenta a credibilidade.

Erros comuns nas redes sociais para advogados

Mesmo com diretrizes claras, alguns advogados cometem erros ao promover serviços nas redes. Os mais comuns:

  • Excesso de posts promocionais: a OAB permite apenas publicidade informativa e educativa. Evite a autopromoção agressiva.
  • Falta de consistência: postar de forma esporádica não funciona. Mantenha uma frequência constante, com conteúdo relevante, e planeje as publicações com antecedência.
  • Negligenciar a segmentação: usar as ferramentas de segmentação é essencial para atingir o público certo. Ajuste a segmentação conforme as áreas de atuação do escritório para não desperdiçar tempo e verba.

Quer uma presença nas redes sociais profissional e dentro das normas da OAB? Fale com a Realiza e veja como podemos ajudar o seu escritório.

Perguntas frequentes

Advogado pode fazer publicidade nas redes sociais?

Sim, desde que a publicidade seja informativa, educativa e respeite as diretrizes da OAB, sem sensacionalismo ou promessas de resultados.

Posso compartilhar conteúdos sobre meus casos em andamento?

Não. Você deve sempre respeitar a confidencialidade do cliente. Divulgar casos pode violar as normas da OAB.

É permitido usar depoimentos de clientes nas redes sociais?

Sim, mas com cautela. Depoimentos podem ser usados, mas não devem incluir promessas de resultados ou comparações com outros advogados.